
Regional Norte debate sobre os desafios para o MSTTR
Cumprindo o itinerário estabelecido a partir da 7ª Oficina do Planejamento Estratégico 2013-2017, acontece essa semana, em Ananindeua, Pará, o Encontro da Regional Norte da CONTAG. A Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Rondônia – FETAGRO participa representada pelos diretores Tamara da Silva (secretaria Geral), Creonice Vilarim (secretaria de Meio Ambiente), Ailton Santos (secretaria de Juventude), Rosiléia Inácio (secretaria de Formação e Organização Sindical) e o dirigente Gilmar Gusmão, presidente do STTR de Urupá.
Na pauta, o vice-presidente e secretário de Relações Internacionais da CONTAG, Willian Clementino, a secretária de Mulheres da CONTAG, Alessandra Lunas, o coordenador da Regional Norte, Carlos Augusto Santos Silva (Guto), juntamente com vários dirigentes e funcionários (as) do Movimento Sindical dos Trabalhadores (as) Rurais (MSTTR) debatem, entre outros temas, as ações de massa para 2016; mobilização contra a reforma da previdência; 22º Grito da Terra Brasil – GTB 2016; Marcha pela Reforma Agrária; Enquadramento Sindical da Agricultura Familiar; Sustentabilidade Político-Financeira; 12º Congresso Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais; e estratégias de participação do MSTTR nas Eleições Municipais.
Um dos momentos que também marca o Encontro da região Norte é o debate da mesa: trajetórias do sindicalismo rural e atualidade da questão agrária na Amazônia, que terá a contribuição do assessor da Secretaria Geral da Presidência da República,Avelino Ganzer; e do prof. Dr. do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, João dos Santos Nahum.
A Agricultura familiar e campesinato sob a perspectiva amazônida: conceitos, morfologias, dinâmicas atuais e tendências futuras, será outra temática abordada no Encontro do Norte.
Todos os debates estabelecidos nos Encontros Regionais levam em consideração os cenários e tendências da conjuntura atual, implicações, desafios e possibilidades para o movimento sindical.
Assim, o Movimento Sindical precisa interpretar este contexto, definir prioridades e identificar questões estratégicas para decidir como se posiciona e como vai agir.
A incapacidade do Governo de fazer as reformas é outro ponto que deve ser avaliado pelo MSTTR, para que o Estado venha fazer as reformas necessárias e construir políticas que assegurem o fortalecimento da Agricultura Familiar, na perspectiva desse setor do campo, continuar produzindo alimentos diversos e saudáveis que abasteçam a mesa do povo brasileiro.
