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12º CONGRESSO DA CONTAG - LEVANTAR AS BANDEIRAS DE LUTA E FORTALECER A ORGANIZAÇÃO SINDICAL DA AGRICULTURA...
16/01/2017

12º CONGRESSO DA CONTAG - LEVANTAR AS BANDEIRAS DE LUTA E FORTALECER A ORGANIZAÇÃO SINDICAL DA AGRICULTURA...

p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 120%; } Levantar as bandeiras de luta e fortalecer a organização sindical da agricultura familiar! Esse é o lema do 12º Congresso Nacional de Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (12º CNTTR), que ocorrerá nos dias 13 a 17 de março de 2017, em Brasília (DF). O Congresso da CONTAG é a maior instância de deliberação do Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (MSTTR). E, ao longo da trajetória de 53 anos da CONTAG, esse será um dos congressos mais desafiadores, pois aprovará os rumos para a representação específica da agricultura familiar, um cenário totalmente novo para o MSTTR, que sempre foi uma categoria eclética, representando na mesma entidade os agricultores e agricultoras familiares e os assalariados e assalariadas rurais. A Diretoria da CONTAG – Gestão 2013-2017 enfrentou esse cenário da dissociação com muita sabedoria, ouvindo a base em diversas ocasiões, como no Conselho Deliberativo Extraordinário, realizado em 2014, nas reuniões regionais, no Fórum dos Presidentes, nos Coletivos de Formação e Organização Sindical, em reuniões com as assessorias jurídicas, entre outras. Portanto, essa decisão foi tomada a partir de um processo democrático e de muito diálogo, pensando acima de tudo no que seria melhor para os trabalhadores e trabalhadoras rurais. Nesse sentido, a expectativa da Diretoria da CONTAG é que os delegados e delegadas do 12º CNTTR preparem-se para esse momento participando ativamente das Plenárias Estaduais ou Regionais e estudando o Texto Base, para que sejam protagonistas deste processo de debate e aprovação das diretrizes e do plano de lutas para o MSTTR melhor representar e defender os interesses dos agricultores e agricultoras familiares do nosso País. O atual cenário político e econômico no País impõe grandes desafios aos agricultores e agricultoras familiares e ao movimento sindical que os representa. Por isso, a CONTAG, junto de suas Federações e Sindicatos filiados, redobrará a atenção e a sua ação sindical na defesa dos diretos conquistados. Não vamos admitir medidas e ações que retrocedem e impactam diretamente nas políticas sociais e nos direitos da classe trabalhadora rural. Para tanto, precisamos fortalecer a nossa organização sindical – CONTAG/FETAGs/STTRs e com estratégias e ações unificadas vamos fazer um sindicalismo mais forte e combativo na defesa de políticas públicas que venham promover a organização da produção, melhorar a renda e a qualidade de vida dos agricultores e agricultoras familiares, na perspectiva de termos no futuro um campo com gente e um desenvolvimento rural mais justo, solidário e sustentável. Vamos à luta e juntos seremos mais fortes e vitoriosos! Direção da CONTAG (Gestão 2013-2017)

Convênio garante veículo, móveis e equipamentos para o Centro de Formação
13/01/2017

Convênio garante veículo, móveis e equipamentos para o Centro de Formação

p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 120%; } Em dezembro, o governo de Rondônia, via Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), e o prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires, assinaram convênio no valor de R$ 479 mil, em atenção à emenda parlamentar do deputado estadual Lazinho da Fetagro (PT), para a compra de veículos, móveis e equipamentos do Centro de Formação de Agricultores em Jí-Paraná. O Centro de Formação está sob administração da FETAGRO, conforme insere o Termo de Autorização de Uso assinado pela prefeitura municipal, em 2012, atendendo a uma antiga reivindicação do Movimento Sindical de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais em capacitar produtores rurais. De acordo com o presidente da Federação, Fábio Menezes, o Centro de Formação deverá ser um espaço de construção de conhecimento para mudar a prática sindical e de produção, ações e hábitos. Ele ressalta que “esse convênio vai possibilitar melhor atendimento aos agricultores e fomentar a capacitação como de potencializar o crescimento da agricultura familiar”. No valor de R$ 479 mil está incluída, além de mesas, cadeiras, televisores, datashow, notebooks, geladeira e beliches, uma caminhonete de carga, 4X4, a diesel, que vai atender aos educandos e educadores nas aulas práticas e de campo. De acordo com os gestores, o Centro de Formação de Agricultores de Jí-Paraná estará concluído e totalmente mobiliado ainda no primeiro trimestre de 2017 e será referência para todos os demais municípios do estado. “Estes mais de 240 móveis e equipamentos são o mobiliário de um dos mais modernos centros de treinamento do nosso Estado, montado especificamente para atender os pequenos produtores da agricultura familiar”, considerou Jesualdo. O secretário Padovani destacou que “a emenda parlamentar do deputado estadual Lazinho da Fetagro demonstra a preocupação em capacitar os nossos pequenos agricultores, em especial os da agricultura familiar que, mesmo sendo responsáveis por mais de 82 por cento de toda a produção de Rondônia, ainda carecem de treinamentos constantes e adoção de novas tecnologias em suas propriedades rurais”. Fonte: Decom Governo do Estado de Rondônia Edição: Assessoria FETAGRO

Governo Temer quer acabar com a reforma agrária
09/01/2017

Governo Temer quer acabar com a reforma agrária

Somente com muita luta, em 2017 poderemos impedir a onda de retrocessos e a retirada de direitos. Uma das ofensivas do governo ilegítimo de Michel Temer e do Congresso Nacional para consolidar o golpe e ampliar os retrocessos contra a população brasileira é atacar e inviabilizar a realização da reforma agrária, como mais uma forma de fortalecer o mercado e o capital internacional com o repasse de terras e bens naturais. Este é um momento preocupante, com poucas possibilidades de avanços na questão agrária por conta deste contexto em que há uma deliberação política de retirar direitos da classe trabalhadora e desmontar o Estado. Na reforma agrária, isto se evidencia, principalmente, pelo fim do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA); o esvaziamento e enfraquecimento do Incra e da SRA; retrocessos e paralisação de ações e programas; e cortes significativos no orçamento em áreas estratégicas. Além disso, para pagar a conta pelo apoio ao golpe, o Incra e a SRA estão sendo aparelhados partidariamente com indicações de pessoas para assumir cargos relevantes sem experiência, conhecimento ou compromisso político com a questão agrária. Outro grave ataque ao campo brasileiro está na privatização e estrangeirização de suas terras. “Há uma tentativa incansável do governo e da bancada ruralista de ampliar o repasse de terras para o mercado, inclusive internacional, que ameaça a soberania territorial e alimentar”, destaca o secretário de Política Agrária da CONTAG, Zenildo Pereira Xavier. Como exemplo, o dirigente informa que o governo anuncia um pacote de titulação de áreas públicas e de assentamentos, além de projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional, como o PL 4059/2012, que libera a compra de terras por empresas estrangeiras. Também está em vigor a Lei 13.178/2015, que flexibilizou os critérios para a regularização das terras em áreas de fronteira, que está sendo questionada pela CONTAG por meio de uma Ação de Inconstitucionalidade, impetrada no Supremo Tribunal Federal (STF). Para 2017, a CONTAG vê como um dos grandes desafios o enfrentamento à repressão e criminalização das lutas. “Uma das estratégias do Planalto para cumprir a missão de atacar os direitos e as conquistas sociais é reprimir as mobilizações e fortalecer os históricos processos de criminalização das lutas e dos movimentos sociais. Neste sentido, já vislumbramos a retomada de prisões políticas de lideranças e dirigentes por participarem das legítimas lutas de pressão ao Estado para cumprir o seu papel”, denuncia Zenildo. Também destacamos que a história comprova que, quanto maior a ausência ou o enfraquecimento da ação do Estado, maior é a violência contra os trabalhadores e trabalhadoras rurais. “Ao mesmo tempo em que se diminui a ação pública no atendimento aos trabalhadores e trabalhadoras, ocorre um apoio maior ao agronegócio e aos grandes projetos, que levam à concentração, estrangeirização e degradação ambiental e, em consequência, à expulsão dos trabalhadores(as) do campo. Neste ano, segundo a CPT, foram registrados 54 assassinatos no campo. É o maior número de mortes em conflitos agrários nos últimos 13 anos. E para piorar esse quadro, o governo acabou, também, com a Ouvidoria Agrária Nacional, que cumpria importante papel na mediação de conflitos, de busca de solução e agilização de processos”, explica o dirigente. “Portanto, só haverá esperança e vitórias se houver fortalecimento da luta e das mobilizações. Só a luta do povo nas ruas e nas roças impedirá o fim da reforma agrária e a garantia de direitos”, convoca Zenildo. Fonte: CONTAG

CONTAG é contra a Reforma da Previdência proposta pelo governo que inviabiliza a aposentadoria rur...
06/01/2017

CONTAG é contra a Reforma da Previdência proposta pelo governo que inviabiliza a aposentadoria rur...

A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) vem a público manifestar-se firmemente contrária à proposta de Reforma da Previdência Social nos termos apresentada pelo Governo através da Proposta de Emenda Constitucional - PEC 287/2016. A PEC 287 inviabiliza o acesso dos trabalhadores e trabalhadoras rurais à aposentadoria na medida em que eleva a idade de acesso a este benefício para 65 anos e equipara esta mesma idade para homens e mulheres. Isso significa desconhecer a realidade e as condições de trabalho a que são submetidos os agricultores e as agricultoras, cuja expectativa de vida, em muitos municípios, não chega a 70 anos de idade. Não bastasse isso, a PEC 287 ainda traz a exigência de 25 anos de contribuição para acesso à aposentadoria. Qual trabalhador(a) rural assalariado(a) conseguirá comprovar tal período de contribuição ao longo de sua vida laboral já que prevalece no campo contratos de trabalho de curta duração ou de safra? Da mesma forma, exigir contribuição individualizada e mensal dos agricultores e agricultoras familiares para fins de proteção previdenciária, significa excluir milhões desses agricultores do acesso a esse direito. O governo esquece que a renda do agricultor familiar depende das condições climáticas e do resultado da colheita da sua produção, muitas vezes sazonal ou anual, não dispondo os mesmos de renda mensal para contribuir com o sistema nos termos da proposta apresentada. Na verdade, o Governo se nega a enfrentar os problemas centrais que impactam na sustentabilidade da Seguridade Social como sonegação, a desoneração da folha de pagamento, as renúncias e isenções fiscais, a desvinculação de recursos da Seguridade (DRU), etc. A propósito, ao invés de exigir contribuição individualizada do(a) agricultor(a) familiar, o governo deveria aperfeiçoar o sistema de arrecadação da contribuição de 2,1% que é descontada do Agricultor sobre o valor da venda da sua produção, e que nem sempre é recolhida aos cofres da Previdência Social pelas empresas que compram a produção. Se a Reforma da Previdência for aprovada nos termos apresentados pelo governo, é provável que milhares de agricultores(as) familiares, especialmente os(as) jovens, deixem o campo por falta de perspectiva de acesso à proteção previdenciária. Isso vai intensificar o êxodo rural, bem como vai impactar na produção de alimentos básicos que garantem a segurança alimentar da nossa população. É a Agricultura Familiar quem produz mais de 70% dos alimentos que chegam à mesa dos brasileiros e brasileiras. A CONTAG não pactua com essa lógica perversa de se querer fazer o ajuste fiscal do Estado brasileiro à custa da população mais pobre. Diante da crise socioeconômica e política que estamos vivendo, é um escárnio querer implantar medidas tão duras contra os trabalhadores e trabalhadoras e, ao mesmo tempo, manter privilégios para alguns segmentos da sociedade. Vamos nos mobilizar, lutar pelos fins dos privilégios e garantir nossos direitos. Os trabalhadores e trabalhadoras não aceitam pagar essa conta sozinhos. FONTE: A Diretoria da CONTAG

Anvisa divulga relatório sobre resíduos de agrotóxicos em alimentos; laranja e abacaxi apresentaram...
28/11/2016

Anvisa divulga relatório sobre resíduos de agrotóxicos em alimentos; laranja e abacaxi apresentaram...

Quase 99% das amostras de alimentos analisadas pela Anvisa, entre o período de 2013 e 2015, estão livres de resíduos de agrotóxicos que representam risco agudo para a saúde. O dado faz parte do relatório do Programa de Análises de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, o PARA, divulgado pela Agência nesta sexta-feira (25/12), em Brasília. No total, foram 12.051 amostras monitoradas nos 27 estados do Brasil e no Distrito Federal. Esta é a primeira vez que a Anvisa monitora o risco agudo para saúde, uma vez que, nas edições anteriores do PARA, as análises tinham o foco nas irregularidades observadas nos alimentos. O risco agudo está relacionado às intoxicações que podem ocorrer dentro de um período de 24 horas após o consumo do alimento que contenha resíduos. Este novo tipo de avaliação, que já vem sendo feito na Europa, Estados Unidos, Canadá etc., leva em consideração a quantidade de consumo de determinado alimento pelo brasileiro. Foram avaliados cereais, leguminosas, frutas, hortaliças e raízes, totalizando 25 tipos de alimentos. O critério de escolha foi o fato de que estes itens representam mais de 70% dos alimentos de origem vegetal consumidos pela população brasileira, conforme detalhados na tabela a seguir. O que foi encontrado? Um dos alimentos com maior quantidade de amostras analisadas foi a laranja. Vigilâncias sanitárias de estados e municípios realizaram a coleta de 744 amostras em supermercados de todas as capitais do País. No montante avaliado, 684 amostras foram consideradas satisfatórias, sendo que, dessas, 141 não apresentaram resíduos. Uma das situações de risco identificadas na laranja está relacionada ao agrotóxico carbofurano, que passa por processo de reavaliação na Anvisa. É a substância presente nas amostras que mais preocupa quanto ao risco agudo, sendo que 11% das amostras de laranja apresentaram situações de risco relativas ao carbofurano. O agrotóxico carbendazim é outro que merece atenção quanto ao risco agudo. Os resultados do programa revelaram que em 5% das amostras de abacaxi há potencial de risco relacionado à substância. Um aspecto importante é que as análises do programa sempre são feitas com o alimento inteiro, incluindo a casca, que, no caso da laranja e do abacaxi, não é comestível. Ou seja, com a eliminação da casca, a possibilidade de risco é diminuída. Isso porque alguns estudos trazem indícios de que a casca da laranja tem baixa permeabilidade aos principais agrotóxicos detectados, de modo que a possiblidade de contaminação da polpa é reduzida. Já para os demais produtos, como a abobrinha, o pimentão, o tomate e o morango, o risco agudo calculado foi considerado aceitável em quantidade superior a 99% das amostras. As irregularidades apontadas no relatório, apesar de não representarem risco apreciável à saúde do consumidor do ponto de vista agudo, podem aumentar os riscos ao agricultor, caso ele utilize agrotóxicos em desacordo com as recomendações de uso autorizadas pelos órgãos competentes. As irregularidades também podem indicar uso excessivo do produto ou mesmo a colheita do alimento antes do período de carência descrito na bula do agrotóxico. As situações de contaminação por deriva, contaminação cruzada e solo, entre outros, também podem ocasionar a presença de resíduos irregulares nos alimentos, principalmente nos casos em que os resíduos são detectados em concentrações muito baixas. O que é o PARA? O PARA foi iniciado em 2001, com o objetivo de avaliar os níveis de resíduos de agrotóxicos nos alimentos de origem vegetal que chegam à mesa do consumidor. O programa é coordenado pela Anvisa, que atua em conjunto com as vigilâncias sanitárias de estados e municípios e com os Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacens). As vigilâncias sanitárias realizam os procedimentos de coleta dos alimentos disponíveis no mercado varejista e os enviam aos laboratórios para análise. O objetivo é verificar se os alimentos comercializados apresentam agrotóxicos autorizados em níveis de resíduos dentro dos Limites Máximos de Resíduos (LMR) estabelecidos pela Anvisa. Atualmente, o PARA acumula um total de mais de 30 mil amostras analisadas, distribuídas em 25 alimentos de origem vegetal. Com os resultados, o que acontece? Os resultados obtidos no PARA contribuem para a segurança alimentar da população. Quando são encontrados riscos para a saúde, uma das ações da Agência é verificar qual ingrediente ativo contribuiu decisivamente para o risco e, assim, proceder às ações mitigatórias, como fiscalização, fomento de ações educativas à cadeia produtiva, restrições ao uso do agrotóxico no campo e, até mesmo, incluir o ingrediente ativo em reavaliação toxicológica. Ou seja, reavaliar a anuência do registro do agrotóxico no país do ponto de vista da saúde. A Anvisa não atua sozinha nesta questão. Para que os agrotóxicos sejam registrados, a Agência avalia essas substâncias do ponto de vista do risco para a saúde humana. Já o Ibama avalia a substância pela ótica da possiblidade de danos ao meio ambiente e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) avalia a eficiência do produto no campo e formaliza o registro com o aval dos três órgãos envolvidos. O PARA ainda municia vigilâncias sanitárias com informações que podem auxiliar em programas estaduais de monitoramento. Também ajuda na identificação de culturas que possuem poucos agrotóxicos registrados em razão do baixo interesse das empresas em registrar produtos para essas culturas, denominadas minor crops ou Culturas de Suporte Fitossanitário Insuficiente (CSFI). Nesses casos, há normas que simplificam o registro de produtos para essas culturas, melhorando de forma significativa a disponibilidade de Ingredientes ativos autorizados para as CSFI nos últimos cinco anos. De 2011, quando a primeira norma para CSFI foi publicada, até hoje, mais de 900 novos LMRs de ingredientes ativos de relativa baixa toxicidade foram estabelecidos para as mais diversas culturas consideradas de baixo suporte fitossanitário no país. Perspectivas para o futuro Nos próximos anos, o PARA pretende aumentar o número de alimentos monitorados de 25 para 36, os quais terão abrangência de mais de 90% dos alimentos de origem vegetal consumidos pela população brasileira, segundo dados do IBGE. O número de amostras coletadas também se ajustará à realidade de consumo de cada alimento em cada estado. Além disso, o programa ampliará o número de agrotóxicos pesquisados nas amostras, incluindo substâncias de elevada complexidade de análise, como glifosato e o 2,4-D, entre outras. A Agência também está acompanhando o desenvolvimento de metodologias para avaliação do risco cumulativo, ou seja, quais são os riscos à saúde resultantes da ingestão de alimentos contendo resíduos de diferentes agrotóxicos com mesmo efeito tóxico. A Europa, nos últimos anos, tem trabalhado no desenvolvimento de metodologia para avaliar esse tipo de risco e deve publicar no próximo ano os primeiros resultados dessa avaliação, segundo informações disponíveis no site da Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA). Clique aqui e acesse o relatório do PARA na íntegra ou clique aqui e confira uma síntese do documento.

EDITAL - CONSELHO DELIBERATIVO DA FETAGRO
18/01/2017

EDITAL - CONSELHO DELIBERATIVO DA FETAGRO

Ficam convocados por este Edital, de acordo com o que rege o Estatuto Social da FETAGRO, todos os Conselheiros e Conselheiras dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais para a Plenária Ordinária do Conselho Deliberativo da Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado de Rondônia – FETAGRO, que será realizada nos dias 07, 08, 09 e 10 de Fevereiro de 2017, no Auditório do Laboratório Escola de Fitoterapia e Centro de Formação de Agricultores, localizado na Avenida Edson Lima Nascimento (Linha 94 – RO 472), Lote Urbano 08, Loteamento Jardim São Cristóvão – Ji-Paraná/RO, com início às 19h00min do dia 07 e término previsto para as 14h00min do dia 10.

Abaitará abre processo de ingresso nos cursos Técnicos Integrados
29/12/2016

Abaitará abre processo de ingresso nos cursos Técnicos Integrados

O Instituto Estadual de Educação Rural Abaitará, comunica aos estudantes concluintes do Ensino Fundamental que estão abertas as pré-matrículas para os cursos técnicos integrados ao Ensino Médio - 2017/1. São 200 vagas para os cursos de Agropecuária, Agroecologia, Agronegócio, Aquicultura e Informática. Os cursos, gratuitos, são integrais na modalidade de Internato e Semi-Internato. O período de pré-matrículas é de de 28/11 a 09/12, na sede do Instituto Abaitará ou pelo telefone 9.8104 5709 ou pelo através deste formulário online: https://goo.gl/forms/lt0dmDhbx1e1yY993 O Instituto Abaitará, com sede a RO 010, KM 32, Pimenta Bueno, conta com uma equipe de profissionais especialistas, mestres e doutores...

Lançamento da campanha
01/12/2016

Lançamento da campanha "Dê Oportunidade: Ninguém nasce infrator" será nesta sexta-feira, 02

No dia 02 de dezembro, às 9h, acontecerá na Câmara de Vereadores de Ji-Paraná o lançamento da Campanha Dê Oportunidade: Ninguém nasce infrator, promovida pela Pastoral do Menor da Diocese de Ji-Paraná, Instituto Padre Ezequiel Ramin(IPER). Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA), Programa Liberdade Assistida da Secretaria Municipal da Assistência Social, Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), Federação de Trabalhadores Rurais de Rondônia (FETAGRO) e vereadora Márcia Regina. O objetivo da Campanha é mobilizar e conscientizar a sociedade sobre o significado humano, social e político das Medidas Socioeducativas (MSE) como meio de responsabilização dos adolescentes, como espaço da garantia dos direitos...

3ª Plenária de Juventude: Protagonismo da Juventude Rural
28/11/2016

3ª Plenária de Juventude: Protagonismo da Juventude Rural

Juventude na luta por sucessão rural: nenhum direito a menos! Esse é o lema da 3ª Plenária Nacional de Jovens Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, a ser realizada de 29 de novembro a 2 de dezembro de 2016, em Brasília, reunindo mais de 400 jovens, entre eles(as) dirigentes sindicais, membros das Comissões Estaduais de Jovens, sócios(as), participantes do Programa Jovem Saber e dos itinerários formativos da Escola Nacional de Formação da CONTAG (ENFOC). A juventude rural do MSTTR de Rondônia estará representada por 13 jovens dirigentes sindicais, sendo eles os diretores da FETAGRO Ailton Nunes (secretário de juventude), Tamara da Silva (secretária geral) e Rosiléia Inácio (secretária de formação e organização...

Audiência resulta em suspenção das ART’s e reunião de trabalho entre órgãos
22/11/2016

Audiência resulta em suspenção das ART’s e reunião de trabalho entre órgãos

As emissões da Anotação de Responsabilidade Técnica - ART pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Rondônia - CREA sobre serviços prestados aos agricultores familiares estão suspensas até o dia 01 de março de 2017. Esse foi um dos acordos em Audiência Pública, realizada nesta segunda-feira (21), na Assembleia Legislativa para discutir as questões relacionadas à emissão de ART’s. Proposta pelo deputado Lazinho da Fetagro (PT), a pedido da FETAGRO, a audiência reuniu CREA, Seagri, Emater e FETAGRO para, principalmente, alcançar informações e esclarecimentos acerca do recente aumento de notificações à agricultores familiares, em maioria, desassistidos de assistência técnica....

Encontro Estadual protagoniza terceira idade rural
21/11/2016

Encontro Estadual protagoniza terceira idade rural

Reconhecer e valorizar a história de lutas e conquistas do MSTTR por meio do protagonismo dos trabalhadores e trabalhadoras rurais da terceira idade. Essa é a ênfase do Encontro Estadual da Terceira Idade, que será realizado de 24 a 25 de novembro, no Centro de Formação de Agricultores/FETAGRO, em Ji-Paraná. Promovido pela FETAGRO, por meio da Secretaria de Políticas Sociais, o encontro reunirá cerca de 50 trabalhadores (as) rurais na agricultura familiar da terceira idade e idosos(as), ligados aos Sindicatos de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, em todas as regiões do Estado, para momentos de reflexão, debate, troca de experiências e confraternização. De acordo com o secretário de Políticas Sociais, Ecimar Viana, análises,...

EDITAL DE CONVOCAÇÃO - STTR DE ALVORADA DO OESTE
18/11/2016

EDITAL DE CONVOCAÇÃO - STTR DE ALVORADA DO OESTE

O Sindicato dos trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Alvorada do Oeste convoca todos os membros da categoria dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais: Assalariados e Assalariadas Rurais Empregados Permanentes, Safrista, Eventuais na Agricultura, Criação de Animais, Silvicultura, Horticultura e Extrativismo Rural e Agricultores e Agricultoras que exerçam Atividades individualmente ou em Regime de Economia Familiar , na qualidade Pequenos Produtores, Proprietários , Posseiros, Assentados Meeiros, Parceiros, Arrendatários, Comodatários Extrativistas para participar da Assembleia Geral de Planejamento do ano de 2017, a ser realizada no dia 03 de dezembro de 2016 no Esporte Clube Alvorada. Primeira convocação às 8 horas.

Audiência Pública discutirá emissão de ART’s
14/11/2016

Audiência Pública discutirá emissão de ART’s

Audiência Pública para debater sobre a exigência de emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica - ART pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Rondônia - CREA sobre serviços prestados aos produtores e agricultores rurais, será realizada, por propositura do deputado estadual Lazinho da Fetagro (PT), no próximo dia 21, às 14h30, no Plenário das Deliberações da Assembleia Legislativa. A audiência, explica o deputado, visa debater sobre as questões relacionadas à emissão de ART’s, principalmente, alcançar informações e esclarecimentos acerca do recente aumento de notificações à agricultores familiares, em maioria, desassistidos de assistência técnica....

FETAGRO e STTRs reforçaram mobilização contra PEC 055
12/11/2016

FETAGRO e STTRs reforçaram mobilização contra PEC 055

Na última sexta-feira (11), uma forte manifestação popular contra a PEC 55 (antiga PEC 241) foi realizada no município de Ji-Paraná, com a união de entidades sindicais urbanas e rurais, movimentos sociais e movimento estudantil. O ato aconteceu em consonância com outras mobilizações em outros municípios do Estado, também de outros Estados, sendo denominado de Dia Nacional de Greve. A FETAGRO e STTRs reforçaram o ato, que externou a indignação de muitos brasileiros a essa medida que propõe estabelecer limite para os gastos públicos, mas com dura penalização às despesas primárias do Estado como saúde, educação e assistência social. Os manifestantes reuniram-se,...

STTR de Andreazza debate conjuntura política durante Conselho Deliberativo
10/11/2016

STTR de Andreazza debate conjuntura política durante Conselho Deliberativo

O Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STTR) de Ministro Andreazza realiza nesta quinta-feira, dia 10, Plenária Ordinária do Conselho Deliberativo. O Conselho, formado pela diretoria do Sindicato e lideranças de base, discute e delibera sobre assuntos de interesse da categoria com vista ao fortalecimento da entidade, do MSTTR e melhoria da qualidade de vida e trabalho no campo. Nesta Plenária, destaque para os temas com âmbito político e de impacto direto à classe trabalhadora do campo e da cidade como: proposta de Emenda Constitucional 055 (PEC 055 – antiga PEC 241), em trâmite no Senado Federal; e a proposta de Reforma da Previdência Social. Representando a FETAGRO, o presidente Fábio Menezes, fez uma análise de conjuntura política, alertando...